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Liturgia

Ultimo Aggiornamento: 25/03/2009 23:30
31/01/2007 06:43
 
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E X O R C I S M O

Oração Contra satanás e Os Anjos Rebeldes


+Originalmente Publicada Por Ordem de Sua Santidade o Papa Leão XIII+


O Santo Padre, Leão XIII, anima aos sacerdotes para que rezem esta oração tão frequentemente quanto lhes seja possivel, como um exorcismo simples para limitar o poder do diabo e prevenir a sua acção maligna. Os fieis tambem podem invocar esta oração individualmente e colectivamente, com o mesmo objectivo.

Recomenda-se quando se suspeite de acçöes demoniacas causadas pela malicia entre os homens, tentaçöes violentas e até tormentas e outras calamidades.


ATENÇÄO! Pode-se usar como um exorcismo solene - uma cerimonia oficial e pública em Latin - para repelir a acção demoniaca. Neste caso deve ser invocada por um sacerdote, no nome da Igreja e só com autorização especifica do Bispo.
A versão em Inglés leva o Imprimatur de + Henri, O.M.I., Vicario Apostólico de James Bay - 15 de Agosto de 1967



Oração A São Miguel Arcánjo


+Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amen !



Grande e glorioso Príncipe dos exércitos celestes, São Miguel Arcanjo, defendei-nos "Porque para nós a luta não é contra a carne e o sangue, mas sim contra as potestades, contra os poderes mundanos destas trevas, contra os espíritos da maldade celeste." [Efes. 6, 12]. Vem e assiste ao homen que foi criado na sua imagem e a quem Ele redimiu da tiranía do demonio a um grande preço.


A Santa Igreja venera-vos como seu guardião e protector. A ti o Senhor confiou as almas dos redimidos, para que as dirijas ao Céu. Ora, portanto, que o Deus da Paz, atire satanás para debaixo dos nossos pés, para que ele não possa manter o homem em pecado e fazer mal à Igreja. Oferece as nossas oraçöes ao mais Alto, que sem demora elas atraiam a sua misericordia sobre nós, que vença o dragão, "...a serpente antiga, que é o demónio, satanás, e acorrente-o por mil anos... Lançou-o, no Abismo, a fim de que não seduzisse mais as naçöes..." [Apoc. 20: 2-3].


[Nota: "+" indica uma benção que é dada se um sacerdote invoca o exorcismo. Se um leigo a invoca, então a "+" indica o lugar onde o símbolo da cruz é feito silenciosamente pelo fiel que esteja a oferecer essa secção específica.]




E X O R C I S M O


Em nome de Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor, fortalecido pela intercecção da Imaculada Virgen María, Mãe de Deus, do Bendito Miguel Arcanjo, dos Benditos Apóstolos, Pedro e Paulo, e de todos os Santos, confiadamente nos dispomos à tarefa de repudiar os ataques e enganos do diabo.



[Salmo 67]


Deus levanta-se; Os seus inimigos são derrotados e os que o odeiam, fogem ante Ele.


Como o fumo é expulsado, eles são expulsados; como a cera se derrete ante o fogo, também os malvados perecem com a presença de Deus.


V. - Contemplai a cruz do Senhor, fujam todos os Seus inimigos.

R. - Ele conquistou. O Leão da tribo de Juda. O rebento de David.


V. - Permite que a vossa misericordia, Senhor, desça sobre nós.

R. - Em proporção à nossa Esperança e fé em Ti.



Expulsamos-vos de nós, quem quer que sejam, espíritos sujos, todos os poderes satânicos, todos os invasores infernais, todas as legiöes malvadas, assembleias e seitas; em nome e pelo poder de Nosso Senhor Jesus Cristo, + que sejam extirpados e sacados da Igreja de Deus e das almas feitas à imagem e semelhança de Deus e redimidas pelo precioso sangue do Divino Cordeiro. + Astuta serpente, não te atreverás mais a enganar a raça humana, perseguir a Igreja, atormentar aos eleitos por Deus e ceifá-los como se fossem trigo. + O Deus Mais Alto ordena-te. + Ele, com quem, na tua grande insolência, ainda reclamas ser igual.


Deus quer que todos os homens sejan salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. [ 1Tim. 2: 4].


O Deus Pai ordena-te. + O Deus Filho ordena-te. + O Deus Espirito Santo ordena-te. + Cristo, a Palavra de Deus encarnada, ordena-te; + Ele, que para salvar a nossa raça perdida por consequencia da tua inveja, ...humilhou-se Ele mesmo, fazendo-se obediente até à morte... [Fil. 2: 8].


Ele que construiu a sua Igreja numa rocha firme e declarou que as portas do inferno não triunfaram contra ela, porque Ele estará com ela; e conosco estará todos os dias até á consumação dos tempos. [S. Mateo 28: 20].


O sagrado sinal da cruz ordena-te, + como tambem o faz o poder dos misterios da fé cristã, + a gloriosa Mãe de Deus, A Virgem Maria, ordena-te; + Ela, que pela sua humildade e desde o primeiro momento da sua imaculada Concepção, esmagou a tua orgulhosa cabeça. A fé dos santos Apóstolos Pedro e Paulo e os outros Apóstolos ordenam-te. + O sangue de Mártires e a piedosa interceção dos Santos ordenam-te.+


Portanto, maldito dragão, e vós, legiões diabólicas, ordenamos pelo Deus vivo, + pelo Deus verdadeiro, + pelo Deus Santo, + pelo Deus que ...assim amou Deus ao mundo; até dar o Seu Filho único, para que todos aqueles que acreditam nele, não se percam, mas sim tenham a vida eterna; [S. Juan 3: 16]; deixa de enganar as criaturas humanas e derramar sobre elas o veneno da condenação eterna; deixa de ferir a Igreja interferindo com a sua liberdade. Vai-te embora satanás, inventor e mestre de todas as mentiras, inimigo da salvação do homem.


Sai do caminho de Cristo em quem não podeste encontrar nenhum dos teus trabalhos; dá-lhe o seu lugar A Unica, Santa, Católica e Apostólica Igreja adquirida por Cristo ao preço do seu sangue. Rebaixa-te por baixo de toda a poderosa mão de Deus; treme e foge quando invocarmos o Santo Nome de Jesus, este Nome, que faz tremer o inferno, este Nome, ao qual as Virtudes, Poderes e Dominios do Céu estão humildemente submetidos, este Nome ao qual os Querubins e Serafins dizem constantemente repetindo: Santo, Santo, Santo É o Senhor, O Deus dos exércitos.


V. - Oh, Senhor, ouve a minha oração.

R. - Permite que o meu clamor chegue até vós.


V. - Que o Senhor esteja contigo.

R. - Ele está no meio de nós.


Oremos... Deus do Céu, Deus da terra, Deus dos Anjos, Deus dos Arcanjos, Deus dos Patriarcas, Deus dos Profetas, Deus dos Apóstolos, Deus dos Mártires, Deus dos confessores, Deus das Virgens, Deus que tem o poder de dar a vida depois da morte e descanso depois do trabalho, poque não há outro Deus além de Ti e não pode haver outro, porque Tu És o Criador de todas as coisas, visiveis e invisiveis, cujo reino não terá fim, postramo-nos humildemente perante a Tua Gloriosa Majestade e te rogamos que nos libertes com o teu poder, de toda a tirania dos espíritos infernais, das suas ciladas, das suas mentiras e da suas furiosas maldades; propícia, oh, Senhor, que desça sobre nós a Tua poderosa protecção e nos mantenhas seguros e saudáveis. Rogamos-te através de Jesus Cristo Nosso Senhor. AMEN !


Das ciladas do demónio, liberta-nos, oh , Senhor.


Que a Tua Igreja possa servir em paz e liberdade, rogamos que nos oiças, Senhor.

Que afastes a todos os inimigos da Tua Igreja, rogamos que nos oiças, Senhor.




[Água benta deve ser salpicada no lugar onde se pronuncia a oração.]





The M+G+R Foundation



NOTA Adicionada no 5 Setembro 2005: Hoje nós anunciamos que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, ficará instalada no lugar santo.





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02/02/2007 04:43
 
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Las oraciones del cristiano en todas las lenguas: georgiano

1 de Febrero (Agencia Fides) - La evangelización de Georgia inicia en el siglo I, en particular gracias al apóstol Andrés. Más tarde algunos misioneros vinieron desde Chipre, Siria, Armenia, Grecia, Reino Parto y del Ponto. Sus misiones en Georgia, llamadas "Skvithia", viene expuestas no sólo en los antiguos documentos georgianos, sino también en las crónicas griegas y latinas. Convertido en religión del Estado en el 330, el cristianismo ha llevado Georgia a entretener estrechas relaciones culturales con Bizancio, una de las civilizaciones más avanzadas de la época, y su propagación animó el desarrollo y el brotar de la cultura en Georgia.

Las primeras iglesias de Georgia que conocemos tienen una arquitectura inspirada en las basílicas palestinas y un buen número están situadas al este del país, uno del humus importante del cristianismo en Georgia. Así son las iglesias monásticas de Shuamta y Tskhrakari (Metanos).

La primera versión georgiana del Evangelio es de la primera mitad del siglo V, mientras que la primera Biblia integral está fechado en el siglo VI.
El Papa Juan Pablo II fue en visita apostólica a Georgia, a Tbilisi, la capital, el 8 y 9 de noviembre de 1999. Georgia, evangelizada por San Andrés, cuenta con 5.337.000 habitantes; el 65% ortodoxos, 11% musulmanes y 50 mil católicos, apenas el 1%.

Actualmente en Georgia hay 15 comunidades de rito latino, 3 de rito asirio-caldeo, 20 de rito armenio; 12 sacerdotes latinos, 1 caldeo 4 armenios; 18 religiosas latinas, 9 religiosas armenias, 2 caldeas; 3 seminaristas que estudian en San Petersburgo y otros 8 que se preparan a la vida religiosa.

Links:
Las oraciones del cristiano en lengua georgiana:

www.fides.org/ita/approfondire/
preghiere/prayer_300107_giorgia.pdf
12/02/2007 06:05
 
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El predicador del Papa presenta los dos caminos posibles para toda persona

Comentario del padre Raniero Cantalamessa, ofmcap., a la liturgia del próximo domingo

ROMA, viernes, 9 febrero 2007 (ZENIT.org).- Publicamos el comentario del padre Raniero Cantalamessa, ofmcap. -predicador de la Casa Pontificia- a la liturgia del próximo domingo, VI del Tiempo Ordinario.


¡Bienaventurados vosotros, los pobres! ¡Ay de vosotros, los ricos!




VI Domingo del Tiempo Ordinario
Jeremías 17, 5-8; I Corintios 15, 12.16-20; Lucas 6, 17.20-26



La página del Evangelio de este domingo, las Bienaventuranzas, nos permite verificar algunas cosas que dijimos, con anterioridad, acerca de la historicidad de los evangelios [Zenit, 19 enero 2007. Ndt]. Decíamos en aquella ocasión que, al referir las palabras de Jesús, cada uno de los cuatro evangelistas, sin traicionar su sentido fundamental, desarrolló un aspecto en lugar de otro, adaptándolas a las exigencias de la comunidad para la que escribía.

Mientras Mateo refiere ocho Bienaventuranzas pronunciadas por Jesús, Lucas refiere sólo cuatro. En compensación, sin embargo, Lucas refuerza las cuatro Bienaventuranzas, oponiendo a cada una de ellas una maldición, introducida por un «¡ay!». Más aún: mientras el discurso de Mateo es indirecto: «¡Bienaventurados los pobres!», el de Lucas es directo: «¡Bienaventurados vosotros, los pobres!». Mateo acentúa la pobreza espiritual («bienaventurados los pobres de espíritu»), Lucas acentúa la pobreza material («bienaventurados vosotros, los pobres»).

Pero son detalles que no cambian en lo más mínimo, como se ve, la sustancia de las cosas. Cada uno de los dos evangelistas, con su modo particular de referir la enseñanza de Jesús, subraya un aspecto nuevo, que de otra forma habría quedado en la sombra. Lucas es menos completo en el número de las Bienaventuranzas, pero recoge perfectamente su significado de fondo.

Cuando se habla de las Bienaventuranzas, el pensamiento va inmediatamente a la primera de ellas: «Bienaventurados vosotros, los pobres, porque vuestro es el reino de Dios». Pero en realidad el horizonte es mucho más amplio. Jesús traza, en esta página, dos modos de concebir la vida: o «por el reino de Dios» o «por la propia consolación», esto es, o en función exclusivamente de esta vida o en función de la vida eterna. Esto es lo que evidencia el esquema de Lucas: «Bienaventurados vosotros – Ay de vosotros»: «Bienaventurados vosotros, los pobres, porque vuestro es el reino de Dios... ¡Ay de vosotros, los ricos!, porque habéis recibido vuestro consuelo».

Dos categorías, dos mundos. A la categoría de los bienaventurados pertenecen los pobres, los hambrientos, los que ahora lloran y los que son perseguidos y proscritos a causa del Evangelio. A la categoría de los desventurados pertenecen los ricos, los saciados, los que ahora ríen y los que son llevados en la palma de la mano por todos.

Jesús no canoniza sencillamente a todos los pobres, los que padecen hambre, los que lloran y son perseguidos, como no demoniza simplemente a todos los ricos, los saciados, los que ríen y son aplaudidos. La distinción es más profunda; se trata de saber sobre qué cosa uno fundamenta su propia seguridad, sobre qué terreno está construyendo el edificio de su vida: si sobre aquél que pasa o sobre aquél que no pasa.

La página de hoy del Evangelio es verdaderamente una espada de doble filo: separa, traza dos destinos diametralmente opuestos. Es como el meridiano de Greenwich que divide el este del oeste del mundo. Pero por fortuna con una diferencia esencial. El meridiano de Greenwich está fijo: las tierras que están al este no pueden pasar al oeste, igual que está fijo el ecuador que divide el sur pobre del mundo del norte rico y opulento. La línea que divide, en nuestro Evangelio, a los «bienaventurados» de los «desventurados» no es así; es una barrera móvil, absolutamente posible de atravesar. No sólo se puede pasar de un sector a otro, sino que toda esta página del Evangelio fue pronunciada por Jesús para invitarnos y animarnos a pasar de una a otra esfera. La suya no es una invitación a hacernos pobres, ¡sino a hacernos ricos! «Bienaventurados vosotros, los pobres, porque vuestro es el reino de Dios». Pensemos: pobres que poseen un reino, ¡y lo poseen ya desde ahora! Aquellos que deciden entrar en este reino son, en efecto, desde ahora hijos de Dios, son libres, son hermanos, están llenos de esperanza de inmortalidad. ¿Quién no desearía ser pobre de esta forma?

[Traducción del original italiano realizada por Zenit]
14/02/2007 13:22
 
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Una entrevista sobre la liturgia
Redescubriendo la importancia del altar para un cristiano

Entrevista con el profesor de liturgia, Félix María Arocena

PAMPLONA, martes, 13 febrero 2007 (ZENIT.org).- El altar cristiano tienen un valor simbólico tal que la Iglesia prefiere que no sea portátil y sea fijo.

Es una de las ideas que recoge Félix María Arocena en la novedad editorial «El altar cristiano», de la Biblioteca Litúrgica del Centro de Pastoral Litúrgica de Barcelona.

En esta entrevista concedida a Zenit, el padre Arocena explica también qué significa que el cristiano sea «el altar» de Dios.

El profesor Arocena (San Sebastián, 1954) es presbítero de la Prelatura del Opus Dei desde 1981 y es doctor en Sagrada Teología y en Derecho Canónico y profesor de teología litúrgica en la Facultad de Teología de Navarra.

Arocena Solano colabora con el Secretariado Nacional de Liturgia de la Conferencia Episcopal Española.

¿Advierte una atención litúrgica especial de Benedicto XVI hacia el altar distinta de sus predecesores?

P. Arocena: Existe unanimidad entre los Padres a la hora de concebir el altar de la liturgia cristiana como signo de Cristo. «El altar es Cristo», dicen.

Todos los obispos de Roma han siso sensibles a esa teología. Tanto Benedicto XVI como sus predecesores, han hecho «hablar» al altar por medio de su ars celebrandi.

El altar cristiano, ¿puede ser portátil?

P. Arocena: Los siglos XVIII y XIX son, desde un cierto punto de vista, los siglos de las misiones y de las exigencias prácticas de los misioneros que durante sus viajes se veían obligados a celebrar el santo Sacrificio en pequeñas mesas de altar, portátiles.

El altar cristiano puede ser portátil; en este caso, el altar no se dedica, se bendice. La plegaria de bendición del altar móvil es particularmente hermosa, con una teología subyacente de gran densidad doctrinal.

Sin embargo, dada su enorme carga emblemática, ¬¬la Iglesia prefiere que el altar sea fijo.

Hay que poner de relieve que toda la vida litúrgica de la Iglesia gira en torno al misterio del altar. Hay un misterio del altar cristiano. El poeta español Prudencio decía que el altar era la mesa que nos regalaba el sacramento (mensa donatrix sacramenti).

Cristo es el centro de la acción de la Iglesia; el altar, signo de Cristo, es el centro del edificio de la iglesia.

La centralidad del altar en el conjunto del espacio litúrgico no es teológicamente una conclusión, sino el punto de partida.

La centralidad del altar con relación al edificio de culto refleja la centralidad de Cristo con relación a la asamblea litúrgica, al mundo y a la historia.

En las catedrales, este carácter focal del altar se apreciaba en su ubicación: fue tradicional situarlo en el crucero, entre el presbiterio y la nave.

¿Cómo debe coordinarse el altar con el ambón y la sede?

P. Arocena: El Catecismo de la Iglesia Católica contiene una bella teología simbólica y mistagógica que invita a una mejor comprensión de cada uno de los polos de la celebración: altar, sede, ambón.

Cada uno de estos lugares es un icono espacial, imagen viva de Cristo a través del lenguaje del espacio y de las realizaciones simbólicas que ocupan tales espacios.

En la celebración, Cristo es rey en la sede, sacerdote en el altar y profeta en el ambón.

Son las tres funciones de Cristo (tria Christi munera) que postulan un proyecto iconográfico común, que sea coherente con esa teología y en ella se inspire.

En razón de su profundo simbolismo cristológico, apenas sería expresivo que el altar, por ejemplo, fuera de madera, el ambón metálico y la sede mármol.

El cristiano, altar de Dios. ¿qué quiere decir?

P. Arocena: Al conocedor del pensamiento simbólico-sacramental de la antigüedad cristiana no le sorprende que la visión luminosa del cristiano como altar de Dios sea una realidad que hunda sus raíces en la mejor literatura patrística.

Hay un sermón de Pedro Crisólogo en el que dice: «Haz de tu corazón un altar (altare cor tuum pone)». La liturgia no se agota en las celebraciones.

La apertura existencial de la liturgia abre la dilatada perspectiva del culto existencial.

Así como Cristo, la cabeza, está constituido en altar de su propio sacrificio, así los bautizados, sus miembros, están constituidos en altares vivos de su sacrificio existencial. Cada cristiano es, con palabras de san Josemaría Escrivá, sacerdote de su propia existencia.

El altar de la iglesia y el altar del corazón guardan ambos estrecha relación. Aquél es el corazón del santuario; éste es la realidad más honda de la persona, su santuario interior.

El altar de la iglesia y el altar del corazón se complementan mutuamente, y, de un modo misterioso, componen uno solo.

El altar verdadero y perfecto donde se ofrece el sacrificio de Cristo es la unidad viviente de ambos porque la vida cristiana es una especie de sístole celebrativa y diástole existencial que engloba toda la vida del bautizado.

Sobre ese altar vivo, que es su corazón, los cristianos ofrecen «sacrificios espirituales, agradables a Dios por medio de Jesucristo». Ofrecen sus «cuerpos como hostia viva, santa, agradable a Dios».

Es el culto espiritual de los cristianos que, al concluir la celebración eucarística, oyen decir al celebrante que se dirige a ellos: «Glorificad a Dios con vuestras vidas, podéis ir en paz». Tras el sacrificio eucarístico, el sacrificio espiritual. Tras la liturgia, la latreia.

Comienza para los cristianos si se pudiera decir así la «otra liturgia», la dimensión cultual inherente a la vida de aquellos que pertenecen a Cristo: una vida expresada siempre en categorías litúrgicas de sacrifico, de alianza, de mediación, de expiación...
22/02/2007 18:30
 
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Camino de oración para la Cuaresma – “El Vía Crucis”

22 de Febrero (Agencia Fides) - El Camino de la Cruz, Vía Crucis (del latino, "Via de la Cruz, también llamado Via Dolorosa) es un rito cristiano, de la Iglesia católica y de la Iglesia anglicana, en el que se reconstruye y se conmemora el recorrido doloroso de Cristo que se dirige a la crucifixión en el Golgota. Algunos hacen remontar la historia de esta devoción a las visitas de Maria, Madre de Jesús, a los lugares de la Pasión en Jerusalén, pero la mayor parte de los historiadores reconoce el principio de la específica devoción a Francisco de Asís o a la tradición franciscana.

En torno a 1294, Rinaldo de Monte Crucis, fraile dominicano, cuenta su subida al Santo Sepulcro "por viam, por quam ascendit Christus, baiulans sibi crucem", con varias etapas, que llama "stationes": el lugar de la condena a muerte de Jesús, el encuentro con las piadosas mujeres, la entrega de la cruz a Simón de Cirene y otros episodios de la Pasión hasta la muerte de Jesús en la Cruz.

Originariamente el verdadero Via Crucis comportaba la necesidad de ir materialmente de visita a los lugares donde Jesús sufrió y murió. Pero dado que esta peregrinación era imposible para muchos, la representación de las estaciones en las iglesias constituyó idealmente un modo de llevar a Jerusalén a cada creyente.

Hoy todas las iglesias católicas cuentan con una "vía dolorosa" El número y los nombres de las estaciones han cambiado varias veces en la historia de la devoción, aunque la lista corriente de catorce estaciones sea casi universalmente aprobada.


Las Estaciones tradicionales


Las Estaciones del Via Crucis según la tradición que nos ha llegado son:

Primera Estación: Jesús es condenado a muerte

Segunda Estación: Jesús es cargado con la cruz.

Tercera Estación: Jesús cae por primera vez

Cuarta Estación: Jesús encuentra a Su Madre María

Quinta Estación: Simón el Cirineo ayuda a Jesús a llevar la cruz

Sexta Estación: La Verónica limpia el rostro de Jesús

Séptima Estación: Jesús cae por segunda vez

Octava Estación: Jesús consuela a las mujeres de Jerusalén

Novena Estación: Jesús cae por tercera vez

Décima Estación: Jesús es despojado de sus vestiduras

Undécima Estación: Jesús es clavado en la cruz

Duodécima Estación: Jesús muere en la cruz

Décimotercera Estación: Jesús es descendido de la cruz y puesto en brazos de María su Madre

Décimocuarta Estación: Jesús es sepultado

Algunas de estas estaciones corresponden a episodios evangélicos. Otras como las caídas de Jesús y el encuentro con la Madre, han sido introducidos por la devoción popular. La estación de la Verónica está relacionada, según una tradición, al paño en que se ha conservado la imagen del rostro desfigurado de Jesús.
06/03/2007 06:34
 
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Camino de oración para la Cuaresma - La IX estación del Vía Crucis: “Jesús cae por tercera vez”

5 de Marzo (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la IX estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del libro de las Lamentaciones 3, 27-32
Bueno es para el hombre soportar el yugo desde su juventud. Que se sienta solitario y silencioso, cuando el Señor se lo impone; que ponga su boca en el polvo: quizá haya esperanza; que tienda la mejilla a quien lo hiere, que se harte de oprobios. Porque el Señor no desecha para siempre a los humanos: si llega a afligir, se apiada luego según su inmenso amor.

Meditación

¿Qué puede decirnos la tercera caída de Jesús bajo el peso de la cruz? Quizás nos hace pensar en la caída de los hombres, en que muchos se alejan de Cristo, en la tendencia a un secularismo sin Dios. Pero, ¿no deberíamos pensar también en lo que debe sufrir Cristo en su propia Iglesia? En cuántas veces se abusa del sacramento de su presencia, y en el vacío y maldad de corazón donde entra a menudo. ¡Cuántas veces celebramos sólo nosotros sin darnos cuenta de él! ¡Cuántas veces se deforma y se abusa de su Palabra! ¡Qué poca fe hay en muchas teorías, cuántas palabras vacías! ¡Cuánta suciedad en la Iglesia y entre los que, por su sacerdocio, deberían estar completamente entregados a él! ¡Cuánta soberbia, cuánta autosuficiencia! ¡Qué poco respetamos el sacramento de la Reconciliación, en el cual él nos espera para levantarnos de nuestras caídas! También esto está presente en su pasión. La traición de los discípulos, la recepción indigna de su Cuerpo y de su Sangre, es ciertamente el mayor dolor del Redentor, el que le traspasa el corazón. No nos queda más que gritarle desde lo profundo del alma: Kyrie, eleison - Señor, sálvanos (cf Mt 8,25).

Oración

Señor, frecuentemente tu Iglesia nos parece una barca a punto de hundirse, que hace aguas por todas partes. Y también en tu campo vemos más cizaña que trigo. Nos abruman su atuendo y su rostro tan sucios. Pero los empañamos nosotros mismos. Nosotros quienes te traicionamos, no obstante los gestos ampulosos y las palabras altisonantes. Ten piedad de tu Iglesia: también en ella Adán, el hombre, cae una y otra vez. Al caer, quedamos en tierra y Satanás se alegra, porque espera que ya nunca podremos levantarnos; espera que tú, siendo arrastrado en la caída de tu Iglesia, quedes abatido para siempre. Pero tú te levantarás. Tú te has reincorporado, has resucitado y puedes levantarnos. Salva y santifica a tu Iglesia. Sálvanos y santifícanos a todos.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Eia mater, fons amoris,
me sentire vim doloris
fac, ut tecum lugeam.

06/03/2007 10:06
 
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El vía Crucis de 2005
Del principio para que lo tengamos completamente

Las meditaciones usados en este vía Crucis del 2005 fueron escritos por el actual papa Benedicto XVI

VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La I estación del Vía Crucis: Jesús es condenado a muerte

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la I estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

Primera estación: Jesús es condenado a muerte

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 27, 22-23.26

Pilato les preguntó: «¿y qué hago con Jesús, llamado el Mesías?» Contestaron todos: «¡que lo crucifiquen!» Pilato insistió :«pues ¿qué mal ha hecho?» Pero ellos gritaban más fuerte: «¡que lo crucifiquen!» Entonces les soltó a Barrabás; y a Jesús, después de azotarlo, lo entregó para que lo crucificaran.

Meditación

El Juez del mundo, que un día volverá a juzgarnos, está allí, humillado, deshonrado e indefenso delante del juez terreno. Pilato no es un monstruo de maldad. Sabe que este condenado es inocente; busca el modo de liberarlo. Pero su corazón está dividido. Y al final prefiere su posición personal, su propio interés, al derecho. También los hombres que gritan y piden la muerte de Jesús no son monstruos de maldad. Muchos de ellos, el día de Pentecostés, sentirán «el corazón compungido» (Hch 2, 37), cuando Pedro les dirá: «Jesús Nazareno, que Dios acreditó ante vosotros [...], lo matasteis en una cruz...» (Hch 2, 22 ss). Pero en aquel momento están sometidos a la influencia de la muchedumbre. Gritan porque gritan los demás y como gritan los demás. Y así, la justicia es pisoteada por la bellaquería, por la pusilaminidad, por miedo a la prepotencia de la mentalidad dominante. La sutil voz de la conciencia es sofocada por el grito de la muchedumbre. La indecisión, el respeto humano dan fuerza al mal.

Oración

Señor, has sido condenado a muerte porque el miedo al «qué dirán» ha sofocado la voz de la conciencia. Sucede siempre así a lo largo de la historia; los inocentes son maltratados, condenados y asesinados. Cuántas veces hemos preferido también nosotros el éxito a la verdad, nuestra reputación a la justicia. Da fuerza en nuestra vida a la sutil voz de la conciencia, a tu voz. Mírame como lo hiciste con Pedro después de la negación. Que tu mirada penetre en nuestras almas y nos indique el camino en nuestra vida. El día de Pentecostés has conmovido en corazón e infundido el don de la conversión a los que el Viernes Santo gritaron contra ti. De este modo nos has dado esperanza a todos. Danos también a nosotros de nuevo la gracia de la conversión.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Stabat mater dolorosa,
iuxta crucem lacrimosa,
dum pendebat Filius.

(J.M.) (Agencia Fides, 23 febrero 2007)

[Modificato da @Andrea M.@ 06/03/2007 10.33]

[Modificato da @Andrea M.@ 06/03/2007 10.44]

06/03/2007 10:12
 
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El vía Crucis de 2005
VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La II estación del Vía Crucis: Jesús con la cruz a cuestas

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la II estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

Segunda estación: Jesús con la cruz a cuestas

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 27, 27-31

Los soldados del gobernador se llevaron a Jesús al pretorio y reunieron alrededor de él a toda la compañía: lo desnudaron y le pusieron un manto de color púrpura y trenzando una corona de espinas se la ciñeron a la cabeza y le pusieron una caña en la mano derecha. Y doblando ante él la rodilla, se burlaban de él diciendo: «¡Salve, Rey de los judíos!». Luego lo escupían, le quitaban la caña y le golpeaban con ella en la cabeza. Y terminada la burla, le quitaron el manto, le pusieron su ropa y lo llevaron a crucificar.

Meditación

Jesús, condenado por declararse rey, es escarnecido, pero precisamente en la burla emerge cruelmente la verdad. ¡Cuántas veces los signos de poder ostentados por los potentes de este mundo son un insulto a la verdad, a la justicia y a la dignidad del hombre! Cuántas veces sus ceremonias y sus palabras grandilocuentes, en realidad, no son más que mentiras pomposas, una caricatura de la tarea a la que se deben por su oficio, el de ponerse al servicio del bien. Jesús, precisamente por ser escarnecido y llevar la corona del sufrimiento, es el verdadero rey. Su cetro es la justicia (Sal 44, 7). El precio de la justicia es el sufrimiento en este mundo: él, el verdadero rey, no reina por medio de la violencia, sino a través del amor que sufre por nosotros y con nosotros. Lleva sobre sí la cruz, nuestra cruz, el peso de ser hombres, el peso del mundo. Así es como nos precede y nos muestra cómo encontrar el camino para la vida eterna.

Oración

Señor, te has dejado escarnecer y ultrajar. Ayúdanos a no unirnos a los que se burlan de quienes sufren o son débiles. Ayúdanos a reconocer tu rostro en los humillados y marginados. Ayúdanos a no desanimarnos ante las burlas del mundo cuando se ridiculiza la obediencia a tu voluntad. Tú has llevado la cruz y nos has invitado a seguirte por ese camino (Mt 10, 38). Danos fuerza para aceptar la cruz, sin rechazarla; para no lamentarnos ni dejar que nuestros corazones se abatan ante las dificultades de la vida. Anímanos a recorrer el camino del amor y, aceptando sus exigencias, alcanzar la verdadera alegría.

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Cuius animam gementem,
contristatam et dolentem
pertransivit gladius

(J.M.) (Agencia Fides, 24/2/2007)

[Modificato da @Andrea M.@ 06/03/2007 10.24]

06/03/2007 10:26
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La III estación del Vía Crucis: Jesús cae por primer vez

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la III estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia por sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del libro del profeta Isaías 53, 4-6

Él soportó nuestros sufrimientos y aguantó nuestros dolores; nosotros lo estimamos leproso, herido de Dios y humillado, traspasado por nuestras rebeliones, triturado por nuestros crímenes. Nuestro castigo saludable vino sobre él, sus cicatrices nos curaron. Todos errábamos como ovejas, cada uno siguiendo su camino, y el Señor cargó sobre él todos nuestros crímenes.

Meditación

El hombre ha caído y cae siempre de nuevo: cuántas veces se convierte en una caricatura de sí mismo y, en vez de ser imagen de Dios, ridiculiza al Creador. ¿No es acaso la imagen por excelencia del hombre la de aquel que, bajando de Jerusalén a Jericó, cayó en manos de los salteadores que lo despojaron dejándolo medio muerto, sangrando al borde del camino? Jesús que cae bajo la cruz no es sólo un hombre extenuado por la flagelación. El episodio resalta algo más profundo, como dice Pablo en la carta a los Filipenses: «Él, a pesar de su condición divina, no hizo alarde de su categoría de Dios; al contrario, se despojó de su rango y tomó la condición de esclavo, pasando por uno de tantos. Y así, actuando como un hombre cualquiera, se rebajó hasta someterse incluso a la muerte, y una muerte de cruz» (Flp 2, 6-8). En su caída bajo el peso de la cruz aparece todo el itinerario de Jesús: su humillación voluntaria para liberarnos de nuestro orgullo. Subraya a la vez la naturaleza de nuestro orgullo: la soberbia que nos induce a querer emanciparnos de Dios, a ser sólo nosotros mismos, sin necesidad del amor eterno y aspirando a ser los únicos artífices de nuestra vida. En esta rebelión contra la verdad, en este intento de hacernos dioses, nuestros propios creadores y jueces, nos hundimos y terminamos por autodestruirnos. La humillación de Jesús es la superación de nuestra soberbia: con su humillación nos ensalza. Dejemos que nos ensalce. Despojémonos de nuestra autosuficiencia, de nuestro engañoso afán de autonomía y aprendamos de él, del que se ha humillado, a encontrar nuestra verdadera grandeza, humillándonos y dirigiéndonos hacia Dios y los hermanos oprimidos.

Oración

Señor Jesús, el peso de la cruz te ha hecho caer. El peso de nuestro pecado, el peso de nuestra soberbia, te derriba. Pero tu caída no es signo de un destino adverso, no es la pura y simple debilidad de quien es despreciado. Has querido venir a socorrernos porque a causa de nuestra soberbia yacemos en tierra. La soberbia de pensar que podemos forjarnos a nosotros mismos lleva a transformar al hombre en una especie de mercancía, que puede ser comprada y vendida, una reserva de material para nuestros experimentos, con los cuales esperamos superar por nosotros mismos la muerte, mientras que, en realidad, no hacemos más que mancillar cada vez más profundamente la dignidad humana. Señor, ayúdanos porque hemos caído. Ayúdanos a renunciar a nuestra soberbia destructiva y, aprendiendo de tu humildad, a levantarnos de nuevo.

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
O quam tristis et afflicta
fuit illa benedicta
Mater Unigeniti!

(J.M.) (Agencia Fides, 26/2/2007)

06/03/2007 10:27
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La IV estación del Vía Crucis: Jesús se encuentra con su madre

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la III estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Lucas 2, 34-35.51

Simeón los bendijo y dijo a María, su madre: «Mira, éste está puesto para que muchos en Israel caigan y se levanten; será una bandera discutida: así quedará clara la actitud de muchos corazones. Y a ti, una espada te traspasará el alma». Su madre conservaba todo esto en su corazón.

Meditación

En el Vía crucis de Jesús está también María, su Madre. Durante su vida pública debía retirarse para dejar que naciera la nueva familia de Jesús, la familia de sus discípulos. También hubo de oír estas palabras: «¿Quién es mi madre y quiénes son mis hermanos?... El que cumple la voluntad de mi Padre del cielo, ése es mi hermano, y mi hermana, y mi madre» (Mt 12, 48-50). Y esto muestra que ella es la Madre de Jesús no solamente en el cuerpo, sino también en el corazón. Porque incluso antes de haberlo concebido en el vientre, con su obediencia lo había concebido en el corazón. Se le había dicho: «Concebirás en tu vientre y darás a luz un hijo... Será grande..., el Señor Dios le dará el trono de David su padre» (Lc 1, 31 ss). Pero poco más tarde el viejo Simeón le diría también: «y a ti, una espada te traspasará el alma» (Lc 2, 35). Esto le haría recordar palabras de los profetas como éstas: «Maltratado, voluntariamente se humillaba y no abría boca; como un cordero llevado al matadero» (Is 53, 7). Ahora se hace realidad. En su corazón habrá guardado siempre la palabra que el ángel le había dicho cuando todo comenzó: «No temas, María» (Lc 1, 30). Los discípulos han huido, ella no. Está allí, con el valor de la madre, con la fidelidad de la madre, con la bondad de la madre, y con su fe, que resiste en la oscuridad: «Bendita tú que has creído» (Lc 1, 45). «Pero cuando venga el Hijo del hombre, ¿encontrará esta fe en la tierra?» (Lc 18, 8). Sí, ahora ya lo sabe: encontrará fe. Éste es su gran consuelo en aquellos momentos.

Oración

Santa María, Madre del Señor, has permanecido fiel cuando los discípulos huyeron. Al igual que creíste cuando el ángel te anunció lo que parecía increíble -que serías la madre del Altísimo- también has creído en el momento de su mayor humillación. Por eso, en la hora de la cruz, en la hora de la noche más oscura del mundo, te han convertido en la Madre de los creyentes, Madre de la Iglesia. Te rogamos que nos enseñes a creer y nos ayudes para que la fe nos impulse a servir y dar muestras de un amor que socorre y sabe compartir el sufrimiento.

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Quæ mærebat et dolebat,
pia Mater, dum videbat
Nati pœnas incliti

(J.M.) (Agencia Fides, 27 febrero 2007)

06/03/2007 10:28
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La V estación del Vía Crucis: el cireneo ayuda a Jesús a llevar la cruz

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la V estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura Evangelio según San Mateo 27, 32; 16, 24

Al salir, encontraron a un hombre de Cirene, llamado Simón, y lo forzaron a que llevara la cruz.
Jesús había dicho a sus discípulos: «El que quiera venir conmigo, que se niegue a sí mismo, que cargue con su cruz y me siga».

Meditación

Simón de Cirene, de camino hacia casa volviendo del trabajo, se encuentra casualmente con aquella triste comitiva de condenados, un espectáculo quizás habitual para él. Los soldados usan su derecho de coacción y cargan al robusto campesino con la cruz. ¡Qué enojo debe haber sentido al verse improvisamente implicado en el destino de aquellos condenados! Hace lo que debe hacer, ciertamente con mucha repugnancia. El evangelista Marcos menciona también a sus hijos, seguramente conocidos como cristianos, como miembros de aquella comunidad (Mc 15, 21). Del encuentro involuntario ha brotado la fe. Acompañando a Jesús y compartiendo el peso de la cruz, el Cireneo comprendió que era una gracia poder caminar junto a este Crucificado y socorrerlo. El misterio de Jesús sufriente y mudo le llegado al corazón. Jesús, cuyo amor divino es lo único que podía y puede redimir a toda la humanidad, quiere que compartamos su cruz para completar lo que aún falta a sus padecimientos (Col 1, 24). Cada vez que nos acercamos con bondad a quien sufre, a quien es perseguido o está indefenso, compartiendo su sufrimiento, ayudamos a llevar la misma cruz de Jesús. Y así alcanzamos la salvación y podemos contribuir a la salvación del mundo.

Oración

Señor, a Simón de Cirene le has abierto los ojos y el corazón, dándole, al compartir la cruz, la gracia de la fe. Ayúdanos a socorrer a nuestro prójimo que sufre, aunque esto contraste con nuestros proyectos y nuestras simpatías. Danos la gracia de reconocer como un don el poder compartir la cruz de los otros y experimentar que así caminamos contigo. Danos la gracia de reconocer con gozo que, precisamente compartiendo tu sufrimiento y los sufrimientos de este mundo, nos hacemos servidores de la salvación, y que así podemos ayudar a construir tu cuerpo, la Iglesia.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Quis est homo qui non fleret,
matrem Christi si videret
in tanto supplicio?

(J.M.) (Agencia Fides, 28 febrero 2007)

06/03/2007 10:30
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La VI estación del Vía Crucis: La Verónica enjuga el rostro de Jesús

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la VI estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia por sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del libro del profeta Isaías 53, 2-3


No tenía figura ni belleza. Lo vimos sin aspecto atrayente, despreciado y evitado por los hombres, como un hombre de dolores, acostumbrado a sufrimientos, ante el cual se ocultan los rostros; despreciado y desestimado.

Del libro de los Salmos 26, 8-9

Oigo en mi corazón: «Buscad mi rostro». Tu rostro buscaré, Señor, no me escondas tu rostro. No rechaces con ira a tu siervo, que tú eres mi auxilio; no me deseches, no me abandones, Dios de mi salvación.

Meditación

«Tu rostro buscaré, Señor, no me escondas tu rostro » (Sal 26, 8-9). Verónica -Berenice, según la tradición griega- encarna este anhelo que acomuna a todos los hombres píos del Antiguo Testamento, el anhelo de todos los creyentes de ver el rostro de Dios. Ella, en principio, en el Vía crucis de Jesús no hace más que prestar un servicio de bondad femenina: ofrece un paño a Jesús. No se deja contagiar ni por la brutalidad de los soldados, ni inmovilizar por el miedo de los discípulos. Es la imagen de la mujer buena que, en la turbación y en la oscuridad del corazón, mantiene el brío de la bondad, sin permitir que su corazón se oscurezca. «Bienaventurados los limpios de corazón -había dicho el Señor en el Sermón de la montaña-, porque verán a Dios» (Mt 5, 8). Inicialmente, Verónica ve solamente un rostro maltratado y marcado por el dolor. Pero el acto de amor imprime en su corazón la verdadera imagen de Jesús: en el rostro humano, lleno de sangre y heridas, ella ve el rostro de Dios y de su bondad, que nos acompaña también en el dolor más profundo. Únicamente podemos ver a Jesús con el corazón. Solamente el amor nos deja ver y nos hace puros. Sólo el amor nos permite reconocer a Dios, que es el amor mismo.

Oración

Danos, Señor, la inquietud del corazón que busca tu rostro. Protégenos de la oscuridad del corazón que ve solamente la superficie de las cosas. Danos la sencillez y la pureza que nos permiten ver tu presencia en el mundo. Cuando no seamos capaces de cumplir grandes cosas, danos la fuerza de una bondad humilde. Graba tu rostro en nuestros corazones, para que así podamos encontrarte y mostrar al mundo tu imagen.
Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Pro peccatis suæ gentis
vidit Iesum in tormentis
et flagellis subditum.

(J.M.) (Agencia Fides, 1/3/2007)
06/03/2007 10:31
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La VII estación del Vía Crucis: Jesús cae por segunda vez

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la VII estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del libro de las Lamentaciones 3, 1-2.9.16

Yo soy el hombre que ha visto la miseria bajo el látigo de su furor. El me ha llevado y me ha hecho caminar en tinieblas y sin luz. Ha cercado mis caminos con piedras sillares, ha torcido mis senderos. Ha quebrado mis dientes con guijarro, me ha revolcado en la ceniza.

Meditación

La tradición de las tres caídas de Jesús y del peso de la cruz hace pensar en la caída de Adán -en nuestra condición de seres caídos- y en el misterio de la participación de Jesús en nuestra caída. Ésta adquiere en la historia for-mas siempre nuevas. En su primera carta, san Juan habla de tres obstáculos para el hombre: la concupiscencia de la carne, la concupiscencia de los ojos y la soberbia de la vida. Interpreta de este modo, desde la perspectiva de los vicios de su tiempo, con todos sus excesos y perversiones, la caída del hombre y de la humanidad. Pero podemos pensar también en cómo la cristiandad, en la historia reciente, como cansándose de tener fe, ha abandonado al Señor: las grandes ideologías y la superficialidad del hombre que ya no cree en nada y se deja llevar simplemente por la corriente, han creado un nuevo paganismo, un paganismo peor que, queriendo olvidar definitivamente a Dios, ha terminado por desentenderse del hombre. El hombre, pues, está sumido en la tierra. El Señor lleva este peso y cae y cae, para poder venir a nuestro encuentro; él nos mira para que despierte nuestro corazón; cae para levantarnos.

Oración

Señor Jesucristo, has llevado nuestro peso y continúas llevándolo. Es nuestra carga la que te hace caer. Pero levántanos tú, porque solos no podemos reincorporarnos. Líbranos del poder de la concupiscencia. En lugar de un corazón de piedra danos de nuevo un corazón de carne, un corazón capaz de ver. Destruye el poder de las ideologías, para que los hombres puedan reconocer que están entretejidas de mentiras. No permitas que el muro del materialismo llegue a ser insuperable. Haz que te reconozcamos de nuevo. Haznos sobrios y vigilantes para poder resistir a las fuerzas del mal y ayúdanos a reconocer las necesidades interiores y exteriores de los demás, a socorrerlos. Levántanos para poder levantar a los demás. Danos esperanza en medio de toda esta oscuridad, para que seamos portadores de esperanza para el mundo.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Quis non posset contristari,
Christi matrem contemplari,
dolentem cum Filio?

(J.M.) (Agencia Fides, 2/3/2007)
06/03/2007 10:32
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La VIII estación del Vía Crucis: Jesús encuentra a las mujeres de Jerusalén

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la VIII estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Lucas 23, 28-31

Jesús se volvió hacia ellas y les dijo: Hijas de Jerusalén, no lloréis por mí, llorad por vosotras y por vuestros hijos, porque mirad que llegará el día en que dirán: «dichosas las estériles y los vientres que no han dado a luz y los pechos que no han criado». Entonces empezarán a decirles a los montes: «Desplomaos sobre nosotros»; y a las colinas: «Sepultadnos»; porque si así tratan al leño verde, ¿qué pasará con el seco?

Meditación

Oír a Jesús cuando exhorta a las mujeres de Jerusalén que lo siguen y lloran por él, nos hace reflexionar. ¿Cómo entenderlo? ¿Se tratará quizás de una advertencia ante una piedad puramente sentimental, que no llega a ser conversión y fe vivida? De nada sirve compadecer con palabras y sentimientos los sufrimientos de este mundo, si nuestra vida continúa como siempre. Por esto el Señor nos advierte del riesgo que corremos nosotros mismos. Nos muestra la gravedad del pecado y la seriedad del juicio. No obstante todas nuestras palabras de preocupación por el mal y los sufrimientos de los inocentes, ¿no estamos tal vez demasiado inclinados a dar escasa importancia al misterio del mal? En la imagen de Dios y de Jesús al final de los tiempos, ¿no vemos quizás únicamente el aspecto dulce y amoroso, mientras descuidamos tranquilamente el aspecto del juicio? ¿Cómo podrá Dios -pensamos- hacer de nuestra debilidad un drama? ¡Somos solamente hombres! Pero ante los sufrimientos del Hijo vemos toda la gravedad del pecado y cómo debe ser expiado del todo para poder superarlo. No se puede seguir quitando importancia al mal contemplando la imagen del Señor que sufre. También él nos dice: «No lloréis por mí; llorad más bien por vosotros... porque si así tratan al leño verde, ¿qué pasará con el seco?»

Oración

Señor, a las mujeres que lloran les has hablado de penitencia, del día del Juicio cuando nos encontremos en tu presencia, en presencia del Juez del mundo. Nos llamas a superar un concepción del mal como algo banal, con la cual nos tranquilizamos para poder continuar nuestra vida de siempre. Nos muestras la gravedad de nuestra responsabilidad, el peligro de encontrarnos culpables y estériles en el Juicio. Haz que caminemos junto a ti sin limitarnos a ofrecerte sólo palabras de compasión. Conviértenos y danos una vida nueva; no permitas que, al final, nos quedemos como el leño seco, sino que lleguemos a ser sarmientos vivos en ti, la vid verdadera, y que produzcamos frutos para la vida eterna (cf. Jn 15, 1-10).

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Tui Nati vulnerati,
tam dignati pro me pati,
poenas mecum divide.

(J.M.) (Agencia Fides, 3/3/2007)
06/03/2007 10:36
 
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Scritto da: @Nessuna@ 06/03/2007 6.34

Nota: Lo copié aqui para observar el orden cronológico!!

Camino de oración para la Cuaresma - La IX estación del Vía Crucis: “Jesús cae por tercera vez”

5 de Marzo (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la IX estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del libro de las Lamentaciones 3, 27-32

Bueno es para el hombre soportar el yugo desde su juventud. Que se sienta solitario y silencioso, cuando el Señor se lo impone; que ponga su boca en el polvo: quizá haya esperanza; que tienda la mejilla a quien lo hiere, que se harte de oprobios. Porque el Señor no desecha para siempre a los humanos: si llega a afligir, se apiada luego según su inmenso amor.

Meditación

¿Qué puede decirnos la tercera caída de Jesús bajo el peso de la cruz? Quizás nos hace pensar en la caída de los hombres, en que muchos se alejan de Cristo, en la tendencia a un secularismo sin Dios. Pero, ¿no deberíamos pensar también en lo que debe sufrir Cristo en su propia Iglesia? En cuántas veces se abusa del sacramento de su presencia, y en el vacío y maldad de corazón donde entra a menudo. ¡Cuántas veces celebramos sólo nosotros sin darnos cuenta de él! ¡Cuántas veces se deforma y se abusa de su Palabra! ¡Qué poca fe hay en muchas teorías, cuántas palabras vacías! ¡Cuánta suciedad en la Iglesia y entre los que, por su sacerdocio, deberían estar completamente entregados a él! ¡Cuánta soberbia, cuánta autosuficiencia! ¡Qué poco respetamos el sacramento de la Reconciliación, en el cual él nos espera para levantarnos de nuestras caídas! También esto está presente en su pasión. La traición de los discípulos, la recepción indigna de su Cuerpo y de su Sangre, es ciertamente el mayor dolor del Redentor, el que le traspasa el corazón. No nos queda más que gritarle desde lo profundo del alma: Kyrie, eleison - Señor, sálvanos (cf Mt 8,25).

Oración

Señor, frecuentemente tu Iglesia nos parece una barca a punto de hundirse, que hace aguas por todas partes. Y también en tu campo vemos más cizaña que trigo. Nos abruman su atuendo y su rostro tan sucios. Pero los empañamos nosotros mismos. Nosotros quienes te traicionamos, no obstante los gestos ampulosos y las palabras altisonantes. Ten piedad de tu Iglesia: también en ella Adán, el hombre, cae una y otra vez. Al caer, quedamos en tierra y Satanás se alegra, porque espera que ya nunca podremos levantarnos; espera que tú, siendo arrastrado en la caída de tu Iglesia, quedes abatido para siempre. Pero tú te levantarás. Tú te has reincorporado, has resucitado y puedes levantarnos. Salva y santifica a tu Iglesia. Sálvanos y santifícanos a todos.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Eia mater, fons amoris,
me sentire vim doloris
fac, ut tecum lugeam.


[Modificato da @Andrea M.@ 06/03/2007 10.42]

06/03/2007 16:44
 
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VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La X estación del Vía Crucis: Jesús es despojado de sus vestiduras

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la X estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 27, 33 -36

Cuando llegaron al lugar llamado Gólgota (que quiere decir «La Calavera»), le dieron a beber vino mezclado con hiel; él lo probó, pero no quiso beberlo. Después de crucificarlo, se repartieron su ropa echándola a suertes y luego se sentaron a custodiarlo.

Meditación

Jesús es despojado de sus vestiduras. El vestido confiere al hombre una posición social; indica su lugar en la sociedad, le hace ser alguien. Ser desnudado en público significa que Jesús no es nadie, no es más que un marginado, despreciado por todos. El momento de despojarlo nos recuerda también la expulsión del paraíso: ha desaparecido en el hombre el esplendor de Dios y ahora se encuentra en mundo desnudo y al descubierto, y se avergüenza. Jesús asume una vez más la situación del hombre caído. Jesús despojado nos recuerda que todos nosotros hemos perdido la «primera vestidura» y, por tanto, el esplendor de Dios. Al pie de la cruz los soldados echan a suerte sus míseras pertenencias, sus vestidos. Los evangelistas lo relatan con palabras tomadas del Salmo 21, 19 y nos indican así lo que Jesús dirá a los discípulos de Emaús: todo se cumplió «según las Escrituras». Nada es pura coincidencia, todo lo que sucede está dicho en la Palabra de Dios, confirmado por su designio divino. El Señor experimenta todas las fases y grados de la perdición de los hombres, y cada uno de ellos, no obstante su amargura, son un paso de la redención: así devuelve él a casa la oveja perdida. Recordemos también que Juan precisa el objeto del sorteo: la túnica de Jesús, «tejida de una pieza de arriba abajo» (Jn 19, 23). Podemos considerarlo una referencia a la vestidura del sumo sacerdote, que era «de una sola pieza», sin costuras (Flavio Josefo, Ant. jud., III, 161). Éste, el Crucificado, es de hecho el verdadero sumo sacerdote

Oración

Señor Jesús, has sido despojado de tus vestiduras, expuesto a la deshonra, expulsado de la sociedad. Te has cargado de la deshonra de Adán, sanándolo. Te has cargado con los sufrimientos y necesidades de los pobres, aquellos que están excluidos del mundo. Pero es exactamente así como cumples la palabra de los profetas. Es así como das significado a lo que aparece privado de significado. Es así como nos haces reconocer que tu Padre te tiene en sus manos, a ti, a nosotros y al mundo. Concédenos un profundo respeto hacia el hombre en todas las fases de su existencia y en todas las situaciones en las cuales lo encontramos. Danos el traje de la luz de tu gracia.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Fac ut ardeat cor meum
in amando Christum Deum,
ut sibi complaceam.

(J.M.) (Agencia Fides, 6/3/2007)
07/03/2007 22:25
 
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El vía Crucis de 2005
VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La XI estación del Vía Crucis: Jesús es clavado en la cruz

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la XI estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 7, 37-42

Encima de la cabeza colocaron un letrero con la acusación: «Este es Jesús, el Rey de los judíos». Crucificaron con él a dos bandidos, uno a la derecha y otro a la izquierda. Los que pasaban, lo injuriaban y decían meneando la cabeza: «Tú que destruías el templo y lo reconstruías en tres días, sálvate a ti mismo; si eres Hijo de Dios, baja de la cruz». Los sumos sacerdotes con los letrados y los senadores se burlaban también diciendo: «A otros ha salvado y él no se puede salvar. ¿No es el Rey de Israel? Que baje ahora de la cruz y le creeremos».

Meditación

Jesús es clavado en la cruz. La Sábana Santa de Turín nos permite hacernos una idea de la increíble crueldad de este procedimiento. Jesús no bebió el calmante que le ofrecieron: asume conscientemente todo el dolor de la crucifixión. Su cuerpo está martirizado; se han cumplido las palabras del Salmo: «Yo soy un gusano, no un hombre, vergüenza de la gente, desprecio del pueblo» (Sal 21, 27). «Como uno ante quien se oculta el rostro, era despreciado... Y con todo eran nuestros sufrimientos los que él llevaba y nuestros dolores los que soportaba» (Is 53, 3 ss). Detengámonos ante esta imagen de dolor, ante el Hijo de Dios sufriente. Mirémosle en los momentos de satisfacción y gozo, para aprender a respetar sus límites y a ver la superficialidad de todos los bienes puramente materiales. Mirémosle en los momentos de adversidad y angustia, para reconocer que precisamente así estamos cerca de Dios. Tratemos de descubrir su rostro en aquellos que tendemos a despreciar. Ante el Señor condenado, que no quiere usar su poder para descender de la cruz, sino que más bien soportó el sufrimiento de la cruz hasta el final, podemos hacer aún otra reflexión. Ignacio de Antioquia, encadenado por su fe en el Señor, elogió a los cristianos de Esmirna por su fe inamovible: dice que estaban, por así decir, clavados con la carne y la sangre a la cruz del Señor Jesucristo (1,1). Dejémonos clavar a él, no cediendo a ninguna tentación de apartarnos, ni a las burlas que nos inducen a darle la espalda.

Oración

Señor Jesucristo, te has dejado clavar en la cruz, aceptando la terrible crueldad de este dolor, la destrucción de tu cuerpo y de tu dignidad. Te has dejado clavar, has sufrido sin evasivas ni compromisos. Ayúdanos a no desertar ante lo que debemos hacer. A unirnos estrechamente a ti. A desenmascarar la falsa libertad que nos quiere alejar de ti. Ayúdanos a aceptar tu libertad «comprometida» y a encontrar en la estrecha unión contigo la verdadera libertad.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Sancta mater, istud agas,
Crucifixi fige plagas
cordi meo valide.

(J.M.) (Agencia Fides, 7/3/2007)
08/03/2007 18:33
 
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El vía Crucis de 2005
VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La XII estación del Vía Crucis: Jesús muere en la cruz

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la XII estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Juan 19, 19-20

Pilato escribió un letrero y lo puso encima de la cruz; en él estaba escrito: «Jesús el Nazareno, el Rey de los judíos». Leyeron el letrero muchos judíos, estaba cerca el lugar donde crucificaron a Jesús y estaba escrito en hebreo, latín y griego.

Del Evangelio según San Mateo 27, 45-50. 54

Desde el mediodía hasta la media tarde vinieron tinieblas sobre toda aquella región. A media tarde Jesús gritó: «Elí, Elí lamá sabaktaní», es decir: «Dios mío, Dios mío, ¿por qué me has abandonado?» Al oírlo algunos de los que estaban por allí dijeron: «A Elías llama éste». Uno de ellos fue corriendo; enseguida cogió una esponja empapada en vinagre y, sujetándola en una caña, le dio de beber. Los demás decían: «Déjalo, a ver si viene Elías a salvarlo». Jesús, dio otro grito fuerte y exhaló el espíritu. El centurión y sus hombres, que custodiaban a Jesús, al ver el terremoto y lo que pasaba dijeron aterrorizados: «Realmente éste era Hijo de Dios».

Meditación

Sobre la cruz -en las dos lenguas del mundo de entonces, el griego y el latín, y en la lengua del pueblo elegido, el hebreo- está escrito quien es Jesús: el Rey de los judíos, el Hijo prometido de David. Pilato, el juez injusto, ha sido profeta a su pesar. Ante la opinión pública mundial se proclama la realeza de Jesús. Él mismo había declinado el título de Mesías porque habría dado a entender una idea errónea, humana, de poder y salvación. Pero ahora el título puede aparecer escrito públicamente encima del Crucificado. Efectivamente, él es verdaderamente el rey del mundo. Ahora ha sido realmente «ensalzado». En su descendimiento, ascendió. Ahora ha cumplido radicalmente el mandamiento del amor, ha cumplido el ofrecimiento de sí mismo y, de este modo, manifiesta al verdadero Dios, al Dios que es amor. Ahora sabemos que es Dios. Sabemos cómo es la verdadera realeza. Jesús recita el Salmo 21, que comienza con estas palabras: «Dios mío, Dios mío, ¿por qué me has abandonado?» (Sal 21, 2). Asume en sí a todo el Israel sufriente, a toda la humanidad que padece, el drama de la oscuridad de Dios, manifestando de este modo a Dios justamente donde parece estar definitivamente vencido y ausente. La cruz de Jesús es un acontecimiento cósmico. El mundo se oscurece cuando el Hijo de Dios padece la muerte. La tierra tiembla. Y junto a la cruz nace la Iglesia en el ámbito de los paganos. El centurión romano reconoce y entiende que Jesús es el Hijo de Dios. Desde la cruz, él triunfa siempre de nuevo.

Oración

Señor Jesucristo, en la hora de tu muerte se oscureció el sol. Constantemente estás siendo clavado en la cruz. En este momento histórico vivimos en la oscuridad de Dios. Por el gran sufrimiento, y por la maldad de los hombres, el rostro de Dios, tu rostro, aparece difuminado, irreconocible. Pero en la cruz te has hecho reconocer. Porque eres el que sufre y el que ama, eres el que ha sido ensalzado. Precisamente desde allí has triunfado. En esta hora de oscuridad y turbación, ayúdanos a reconocer tu rostro. A creer en ti y a seguirte en el momento de la necesidad y de las tinieblas. Muéstrate de nuevo al mundo en esta hora. Haz que se manifieste tu salvación.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Fac me vere tecum flere,
Crucifixo condolore,
donec ego vixero.

(J.M.) (Agencia Fides, 8/3/2007)
11/03/2007 00:29
 
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El vía Crucis de 2005
VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La XIII estación del Vía Crucis: Jesús es bajado de la cruz y entregado a su Madre

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la XIII estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 27, 54-55

El centurión y sus hombres, que custodiaban a Jesús, al ver el terremoto y lo que pasaba dijeron aterrorizados: «Realmente éste era Hijo de Dios». Había allí muchas mujeres que miraban desde lejos, aquellas que habían seguido a Jesús desde Galilea para atenderle.

Meditación

Jesús está muerto, de su corazón traspasado por la lanza del soldado romano mana sangre y agua: misteriosa imagen del caudal de los sacramentos, del Bautismo y de la Eucaristía, de los cuales, por la fuerza del corazón traspasado del Señor, renace siempre la Iglesia. A él no le quiebran las piernas como a los otros dos crucificados; así se manifiesta como el verdadero cordero pascual, al cual no se le debe quebrantar ningún hueso (cf Ex 12, 46). Y ahora que ha soportado todo, se ve que, a pesar de toda la turbación del corazón, a pesar del poder del odio y de la ruindad, él no está solo. Están los fieles. Al pie de la cruz estaba María, su Madre, la hermana de su Madre, María, María Magdalena y el discípulo que él amaba. Llega también un hombre rico, José de Arimatea: el rico logra pasar por el ojo de la aguja, porque Dios le da la gracia. Entierra a Jesús en su tumba aún sin estrenar, en un jardín: donde Jesús es enterrado, el cementerio se transforma en un vergel, el jardín del que había sido expulsado Adán cuando se alejó de la plenitud de la vida, de su Creador. El sepulcro en el jardín manifiesta que el dominio de la muerte está a punto de terminar. Y llega también un miembro del Sanedrín, Nicodemo, al que Jesús había anunciado el misterio del renacer por el agua y el Espíritu. También en el sanedrín, que había decidido su muerte, hay alguien que cree, que conoce y reconoce a Jesús después de su muerte. En la hora del gran luto, de la gran oscuridad y de la desesperación, surge misteriosamente la luz de la esperanza. El Dios escondido permanece siempre como Dios vivo y cercano. También en la noche de la muerte, el Señor muerto sigue siendo nuestro Señor y Salvador. La Iglesia de Jesucristo, su nueva familia, comienza a formarse.

Oración

Señor, has bajado hasta la oscuridad de la muerte. Pero tu cuerpo es recibido por manos piadosas y envuelto en una sábana limpia (Mt 27, 59). La fe no ha muerto del todo, el sol no se ha puesto totalmente. Cuántas veces parece que estés durmiendo. Qué fácil es que nosotros, los hombres, nos alejemos y nos digamos a nosotros mismos: Dios ha muerto. Haz que en la hora de la oscuridad reconozcamos que tú estás presente. No nos dejes solos cuando nos aceche el desánimo. Y ayúdanos a no dejarte solo. Danos una fidelidad que resista en el extravío y un amor que te acoja en el momento de tu necesidad más extrema, como tu Madre, que te arropa de nuevo en su seno. Ayúdanos, ayuda a los pobres y a los ricos, a los sencillos y a los sabios, para poder ver por encima de los miedos y prejuicios, y te ofrezcamos nuestros talentos, nuestro corazón, nuestro tiempo, preparando así el jardín en el cual puede tener lugar la resurrección.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Vidit suum dulcem Natum
morientem, desolatum,
cum emisit spiritum.

(J.M.) (Agencia Fides, 9/3/2007)
11/03/2007 00:31
 
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El vía Crucis de 2005 - Etapa final
VATICANO - Camino de oración para la Cuaresma - La XIV estación del Vía Crucis: Jesús es puesto en el sepulcro

Ciudad del Vaticano (Agencia Fides) - Proponemos a la reflexión y a la meditación, la XIV estación del Vía Crucis según el esquema usado el 25 de marzo de 2005, viernes Santo, en el rito celebrado en el Coliseo.

V /. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R /. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Lectura del Evangelio según San Mateo 27, 59-61

José, tomando el cuerpo de Jesús, lo envolvió en una sábana limpia, lo puso en el sepulcro nuevo que se había excavado en una roca, rodó una piedra grande a la entrada del sepulcro y se marchó. María Magdalena y la otra María se quedaron allí sentadas enfrente del sepulcro.

Meditación

Jesús, deshonrado y ultrajado, es puesto en un sepulcro nuevo con todos los honores. Nicodemo lleva una mezcla de mirra y áloe de cien libras para difundir un fragante perfume. Ahora, en la entrega del Hijo, como ocurriera en la unción de Betania, se manifiesta una desmesura que nos recuerda el amor generoso de Dios, la «sobreabundancia» de su amor. Dios se ofrece generosamente a sí mismo. Si la medida de Dios es la sobreabundancia, también para nosotros nada debe ser demasiado para Dios. Es lo que Jesús nos ha enseñado en el Sermón de la montaña (Mt 5, 20). Pero es necesario recordar también lo que san Pablo dice de Dios, el cual «por nuestro medio difunde en todas partes el olor de su conocimiento. Pues nosotros somos [...] el buen olor de Cristo» (2 Co 2, 14-15). En la descomposición de las ideologías, nuestra fe debería ser una vez más el perfume que conduce a las sendas de la vida. En el momento de su sepultura, comienza a realizarse la palabra de Jesús: « Si el grano de trigo no cae en tierra y muere, queda infecundo; pero si muere, dará mucho fruto» (Jn 12, 24). Jesús es el grano de trigo que muere. Del grano de trigo enterrado comienza la gran multiplicación del pan que dura hasta el fin de los tiempos: él es el pan de vida capaz de saciar sobreabundantemente a toda la humanidad y de darle el sustento vital: el Verbo de Dios, que es carne y también pan para nosotros, a través de la cruz y la resurrección. Sobre el sepulcro de Jesús resplandece el misterio de la Eucaristía.

Oración

Señor Jesucristo, al ser puesto en el sepulcro has hecho tuya la muerte del grano de trigo, te has hecho el grano de trigo que muere y produce fruto con el paso del tiempo hasta la eternidad. Desde el sepulcro iluminas para siempre la promesa del grano de trigo del que procede el verdadero maná, el pan de vida en el cual te ofreces a ti mismo. La Palabra eterna, a través de la encarnación y la muerte, se ha hecho Palabra cercana; te pones en nuestras manos y entras en nuestros corazones para que tu Palabra crezca en nosotros y produzca fruto. Te das a ti mismo a través de la muerte del grano de trigo, para que también nosotros tengamos el valor de perder nuestra vida para encontrarla; a fin de que también nosotros confiemos en la promesa del grano de trigo. Ayúdanos a amar cada vez más tu misterio eucarístico y a venerarlo, a vivir verdaderamente de ti, Pan del cielo. Auxílianos para que seamos tu perfume y hagamos visible la huella de tu vida en este mundo. Como el grano de trigo crece de la tierra como retoño y espiga, tampoco tú podías permanecer en el sepulcro: el sepulcro está vacío porque él -el Padre- no te «entregó a la muerte, ni tu carne conoció la corrupción» (Hch 2, 31; Sal 15, 10). No, tú no has conocido la corrupción. Has resucitado y has abierto el corazón de Dios a la carne transformada. Haz que podamos ale-grarnos de esta esperanza y llevarla gozosamente al mundo, para ser de este modo testigos de tu resurrección.

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.
Quando corpus morietur,
fac ut animæ donetur
paradisi goria. Amen.

Bendición

V/. Dominus vobiscum.
R/. Et cum spiritu tuo.
V/. Sit nomen Domini benedictum.
R/. Ex hoc nunc et usque in sæculum.
V/. Adiutorium nostrum in nomine Domini.
R/. Qui fecit cælum et terram.
V/. Benedicat vos omnipotens Deus,
Pater, et Filius, et Spiritus Sanctus.
R/. Amen.

(J.M.) (Agencia Fides, 10/3/2007)
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